quinta-feira, 11 de junho de 2015
Alegre perde caso de difamação na Relação
Vítor Matos, Revista Sábado, 3 Março de 2015
O Tribunal da Relação confirmou a semana passada que Manuel Alegre perdeu o processo por difamação que tinha interposto contra Brandão Ferreira, um tenente-coronel aviador na reforma e cronista da SÁBADO, que o acusou de traição à Pátria durante os anos em que foi uma das vozes da rádio Voz da Liberdade, em Argel. A primeira instância criminal tinha absolvido o militar à luz da liberdade de expressão, por entender que este tinha manifestado uma opinião sobre factos históricos. O socialista e ex-candidato presidencial recorreu da decisão para a instância superior, que agora se pronunciou.
A decisão da primeira instância criminal tinha sido conhecida em Setembro de 2014. O caso remonta a 2010, quando o antigo piloto-aviador assistiu a uma intervenção de Manuel Alegre num colóquio da Gulbenkian sobre os antecedentes e o contexto internacional da guerra do Ultramar. Na fase das perguntas, Brandão Ferreira, que estava na assistência, colocou uma questão hipotética dirigida ao antigo resistente anti-fascista: tendo Portugal forças em Cabul, como é que Manuel Alegre reagiria em relação a alguém que fosse para o Afeganistão emitir textos para os talibãs e apelando à deserção dos soldados portugueses?
Uns meses mais tarde, no seu blogue Novo Adamastor, acusou Manuel Alegre, que já era candidato à Presidência da República, de traição à Pátria, o que seria incompatível com o cargo de comandante supremo das Forças Armadas: «Quando foi para Argel não se limitou a combater o regime, consubstanciado nos órgãos do Estado, mas [foi] ajudar objectivamente as forças políticas que nos emboscavam as tropas». Depois concluiu: «Traição não tem assim que ver com ataques a pessoas, instituições ou sistemas políticos, a não ser que os fins justifiquem os meios. Traição tem mais a ver com carácter hombridade e ser-se inteiro».
Contactado pela SÁBADO, Manuel Alegre não quis fazer comentários porque ainda não tinha tido conhecimento da decisão do tribunal. Em Setembro, o socialista tinha considerado a sentença «surpreendente» porque a «liberdade de expressão não permite tudo, não permite o atentado ao bom nome e à dignidade das pessoas».
Brandão Ferreira afirmou à SÁBADO que mantém a sua posição: «Penso que configura traição à Pátria, porque fez uma guerra psicológica contra Portugal. Isto não tem a ver com a luta contra o regime. Tem a ver com um País que está em guerra e uns tipos passam para o lado do inimigo e isso tem um nome. Congratulo-me pela decisão e espero que faça jurisprudência».
terça-feira, 9 de junho de 2015
terça-feira, 2 de junho de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
A destruição da Instituição Militar
está quase concluída...
As barbaridades contra os militares continuam!
João José Brandão Ferreira, Oficial Piloto Aviador
«As únicas nações que têm futuro,
as únicas que se podem chamar históricas,
são aquelas que sentem a importância e o valor
das suas instituições e que, por conseguinte,
lhes dão apreço».
Tolstoi
O Ministro da Defesa, sobre quem qualquer adjectivo de urbanidade passou a ser estultícia, veio anunciar, no dia em que Vasco da Gama chegou ao Tejo, vindo da Índia, que iria desbloquear a promoção de 6 088 militares e que tal implica a despesa de 6,8 milhões de euros.
Diversos órgãos de comunicação social fizeram eco das declarações, pondo enfâse e «entoação», na ideia de que se trata de um tratamento preferencial, que o custo é pesado, deixando subentendidas várias criticas veladas.
Todos se comportam como se estivessem a fazer algum favor à Instituição Militar (à «tropa» como, eufemisticamente, usam apelidar), ou aos seus profissionais que são, desde Afonso Henriques, os primeiros servidores da causa pública.
E o que mais doí é que não há um único general ou chefe militar no activo, que venha a terreiro colocar as coisas como elas são.
Desde há 40 anos que raros foram aqueles que deram o peito às balas e tenham reposto a verdade dos factos e das intenções, e com o seu silêncio permitiram que basbaques da classe política e jornalística desconsiderassem, distorcessem, mentissem, prejudicassem e até humilhassem, não só a eles próprios, como a Instituição que integram e, supostamente comandam.
E já nem falo das ocasiões em que a soberania do País foi beliscada (e tem sido muito) e os mesmos aos costumes disseram nada, fazendo tábua rasa dos juramentos que fizeram.
Este melífluo ministro da defesa (e sua equipa), de falinhas mansas e untuosas, teve o despautério de apresentar uma medida, que deveria ser normal e automática, como sendo uma grande coisa, sem referir que o ora anúncio, que devia ter vergonha de fazer, apenas decorre da escabrosa e injustificada medida que o governo de que faz parte tomou, em 2011, de congelar as promoções nos três Ramos das Forças Armadas e que ia do simples soldado aos generais de três estrelas (e que vinha a ser preparado do governo anterior).
Os únicos que não foram «congelados» foram os de quatro estrelas, os quais poderiam ter entrado para a História se algum deles tivesse tido a coragem e a sageza de afirmar não querer receber a promoção enquanto a normalidade não fosse restabelecida!
Uma medida, aliás, muito mais gravosa do que o malfadado decreto-lei 353/73 (que regulava a passagem dos oficiais milicianos ao quadro permanente), que está na origem do golpe de Estado ocorrido em 25/4/74!
E não se esqueceram de referir o custo quando, do anterior (e o actual despacho n.º 5505-B/2015 reitera, e onde aberrantemente o MDN assina na companhia do secretário de Estado da Administração Pública) se estabeleceu que todas as promoções a haver, não aumentavam a despesa global orçamentada para o pessoal!
É evidente que não devemos culpar apenas o inefável ministro, hífen Branco por mais esta aberração demagógica – a juntar às mais recentes extinção do Fundo de Pensões dos Militares; idem para o Complemento de Pensão de Reforma; a borrada em que continua a Saúde Militar; a destruição e apropriação do IASFA e a promulgação, hoje mesmo, do novo Estatuto dos Militares das FA, pelo PR, facada que culmina (por enquanto) o início da desmontagem da Instituição Militar iniciada no primeiro governo de Cavaco Silva.
As responsabilidades repartem-se pelo Governo (os anteriores também não foram melhores, neste âmbito, mas nunca se chegou tão longe), onde se destacou o Ministério das Finanças que, na sequência do que se fez no consulado do ministro Santos Silva – conhecido na gíria por «hiena trotskista» (Governo Sócrates), numa incrível inspecção que fizeram aos Ramos – e que também não mereceu, na altura, qualquer oposição da hierarquia militar – tem continuado na mesma senda.
Aquilo representou um completo atestado de incompetência (até ao próprio ministro) e uma espécie de usurpação de funções!
E, claro, o primeiro-ministro que é o responsável máximo por toda a política de defesa nacional – se é que tais termos se podem aplicar, actualmente, em Portugal.
Na sua arenga aos «Filhos da Escola» – termo pelo qual os nossos marinheiros gostam de se tratar – no tal dia em que a Armada comemora o seu aniversário, na data maior da sua vetusta História – que levou Toynbee a considera-lo divisória na época pré e pós – gamica – o personagem que o estrago – maior laranja arranjou para tutelar a Defesa, elogiou a Marinha afirmando que «todas ou grande parte das suas missões são missões de serviço público».
Mas então era suposto serem o quê? E aquelas que ficaram de fora («todas ou grande parte»), são o quê?
E saiu-se também com esta tirada: «está a generalizar-se em Portugal a ideia da importância do Mar para Portugal».
Deve ser por isso que não se descobre um canal televisivo que tenha dado sequer uma notícia ou imagem do Dia da Marinha…
É incrível como a memória é tão curta, a desfaçatez tão comprida e a cobardia tão extensa – até a costumam confundir com «prudência», «bom senso» e, até «sentido de estado»…
De facto a natureza humana não muda mesmo.
domingo, 24 de maio de 2015
De televisão da Igreja Católica
a televisão da Carbonária
Helena Matos em Blasfémias
[Ver a nossa achega final]
Via Corta
fitas cheguei a
este video do telejornal da TVI apresentado
do Museu dos Coches. A
finalizar o dito bloco informativo José Alberto Carvalho mostrou o landau onde
viajava D. Carlos no dia do regicídio. Aí começa uma singular peça jornalística
de apologia do assassínio em nome da República.
Para começar o
dia do regicídio é definido como «uma data considerada funesta
para os monárquicos». Já de si é estranho que se
restrinja a condenação do assassínio de um chefe de Estado e de um dos seus
filhos (já agora o dito chefe de Estado era bem mais tolerante e democrático do
que aqueles que lhe sucederam nessas mesmas funções) apenas àqueles que apoiam
esse tipo de regime, logo se se mata um rei isso perturba os monárquicos, se se
mata um PR isso perturba os republicanos, se se mata um católico o crime é
condenado pelos católicos…
Mas o mais extraordinário veio depois. José Alberto
Carvalho começa a ler a carta-testamento do Buíça «Meus filhos ficam pobrissimos; não tenho nada que lhes
legar senão o meu nome e o respeito e compaixão pelos que soffrem. Peço que os
eduquem nos principios da liberdade, egualdade e fraternidade que eu commungo e
por causa dos quaes ficarão, porventura, em breve, orphãos» para de seguida afirmar exclamativo e
consternado: «Dois
dias antes Manuel Buíça antevia o que lhe podia acontecer» (Coisa extraordinária
esta e de uma clarividência única: uma pessoa prepara-se para matar outra que
por sinal até é chefe de Estado e supor que não sobrevive a tal intento é uma
antevisão profética! Experimente o Zé Alberto armar-se em Buíça por exemplo ao pé
de presidentes progressistas como Hollande ou Obama isto para já não
falar de Putin e provavelmente só lhe resta apresentar o telejornal para
os anjinhos.)
Mas o pior estava para chegar. Em modo televisão Carbonária José Alberto Carvalho
conclui «E ainda hoje
curiosamente mais de um século depois estes princípios republicanos ou de
humanidade são ainda objecto de debate. O que queremos e o que estamos
dispostos a fazer pelos nossos jovens é o tema
de um debate na TVI 24 (…) Está sempre tudo por dizer em relação ao sonho
e à mudança.»
A avaliar por esta peça da TVI o que podemos fazer pelos
nossos jovens é ensiná-los a fazer bombas para em nome dos princípios de
humanidade matarem aqueles que os progressistas identificam como maus. E depois
poeticamente concluímos «Está
sempre tudo por dizer em relação ao sonho e à mudança.»
A NOSSA ACHEGA FINAL
Desde já, os meus cumprimentos à autora de mais este excelente artigo, autora que aqui reproduzimos frequentemente dado que é daquelas pessoas que diz as coisas para que se entendam...
Em relação a este artigo, uma pequena correcção. Apenas no título. E só na primeira metade do título. De facto, «De televisão da Igreja Católica a televisão da Carbonária» encerra um erro na primeira metade porque a TVI nunca foi da Igreja Católica. Explico.
Eu fui daqueles crédulos que entraram com algum para a Igreja Católica ter uma voz na cultura e na informação. Concretamente, foram 102 mil escudos (número não redondo por razões aritméticas minhas...).
Quando soube que era esse Roberto Carneiro a dirigir a TVI, fiquei de pé atrás, pois já o topava das guerras do ensino. Chegado o dia da primeira emissão, estava atento.
O que vi eu logo no início da primeira emissão da televisão dita católica? Vi o kamarada Carlos Alberto Moniz (entretanto tendo vendido o passe à maçonaria, pois o PCP já não rendia), com outros kamaradas convidados, da área do entretenimento infantil, a «catequizar» a miudagem.
O que vi eu de significativo numa posterior emissão da televisão dita católica? Vi Júlio Isidro a promover os invertidos, entrevistando um deles, com aquele catálogo de «direitos» que hoje se tornou banal invocar mas em que a TVI, televisão dita católica, se tornava precursora.
O que vi mais na televisão dita católica? Vi a apresentação de filmes ironicamente designados por uma pessoa minha amiga como «semi-pornográficos».
O que vi eu no telejornal da RTP ou SIC? Vi, no aeroporto, Roberto Carneiro, presidente da TVI, à chegada a Lisboa, questionado por uma repórter sobre a adequação de tais «filmes ousados» a uma televisão católica, dando uma resposta sábia (como sempre), confessando-se assim publicamente: –– «Mas a TVI não é uma televisão seminarista!». Gostei!
Meus belos 102 contos! Tanto jeito me davam hoje!
A NOSSA ACHEGA FINAL
Desde já, os meus cumprimentos à autora de mais este excelente artigo, autora que aqui reproduzimos frequentemente dado que é daquelas pessoas que diz as coisas para que se entendam...
Em relação a este artigo, uma pequena correcção. Apenas no título. E só na primeira metade do título. De facto, «De televisão da Igreja Católica a televisão da Carbonária» encerra um erro na primeira metade porque a TVI nunca foi da Igreja Católica. Explico.
Eu fui daqueles crédulos que entraram com algum para a Igreja Católica ter uma voz na cultura e na informação. Concretamente, foram 102 mil escudos (número não redondo por razões aritméticas minhas...).
Quando soube que era esse Roberto Carneiro a dirigir a TVI, fiquei de pé atrás, pois já o topava das guerras do ensino. Chegado o dia da primeira emissão, estava atento.
O que vi eu logo no início da primeira emissão da televisão dita católica? Vi o kamarada Carlos Alberto Moniz (entretanto tendo vendido o passe à maçonaria, pois o PCP já não rendia), com outros kamaradas convidados, da área do entretenimento infantil, a «catequizar» a miudagem.
O que vi eu de significativo numa posterior emissão da televisão dita católica? Vi Júlio Isidro a promover os invertidos, entrevistando um deles, com aquele catálogo de «direitos» que hoje se tornou banal invocar mas em que a TVI, televisão dita católica, se tornava precursora.
O que vi mais na televisão dita católica? Vi a apresentação de filmes ironicamente designados por uma pessoa minha amiga como «semi-pornográficos».
O que vi eu no telejornal da RTP ou SIC? Vi, no aeroporto, Roberto Carneiro, presidente da TVI, à chegada a Lisboa, questionado por uma repórter sobre a adequação de tais «filmes ousados» a uma televisão católica, dando uma resposta sábia (como sempre), confessando-se assim publicamente: –– «Mas a TVI não é uma televisão seminarista!». Gostei!
Meus belos 102 contos! Tanto jeito me davam hoje!
domingo, 17 de maio de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Crime contra a Língua Pátria
Em próximas eleições, votar apenas em partidos que defendam a revogação da lei do aborto ortográfico engendrado por Santana Lopes quando Secretário de Estado de Cavaco, e depois confirmado pelos sucessivos politiqueiros.
quinta-feira, 14 de maio de 2015
O que queria Nemtsov revelar
para ser assassinado?
José Milhazes,
Observador, 13 de Maio de 2015
Os parentes de 150 dos soldados russos mortos na
Ucrânia receberam uma indemnização de cerca de 34 mil euros para assinarem um
documento onde garantiam guardar segredo sobre a causa da sua morte.
No dia 27 de Fevereiro, Boris Nemtsov, um dos
líderes da oposição russa, foi abatido a tiro «nas barbas» do presidente Putin,
ou seja, muito perto do lugar mais bem guardado da Rússia: o Kremlin. A polícia
fez rapidamente detenções, mas, até agora, os detidos negam o seu envolvimento
no crime e a investigação poderá terminar como as anteriores: os verdadeiros
organizadores de assassinatos de políticos e jornais opositores continuam em
liberdade.
Segundo os aliados políticos de Nemtsov, uma das
causas do seu assassinato poderia ter sido o facto de ele estar a preparar um
livro sobre a ingerência militar russa nos assuntos da vizinha Ucrânia e os
custos económicos disso. Por isso, eles decidiram terminar a investigação
iniciada por Nemtsov e publicá-la num relatório: «Putin. Guerra».
Os dirigentes da oposição russa consideram que a
política externa agressiva do Kremlin em relação à Ucrânia foi planeada com
vista a fazer subir a popularidade do presidente Putin depois das eleições de
2012, quando se viu perante uma forte contestação nas ruas. Tudo foi planeado com
antecipação: desde o suborno de altas patentes militares e dos serviços
secretos ucranianos até a concessão de empréstimos, em condições vantajosas,
pelos bancos russos a homens de negócios da Crimeia que defendiam posições
pró-russas.
Para Nemtsov, o derrube do presidente ucraniano
Victor Ianukovitch foi apenas o pretexto para dar início à intervenção militar
aberta da Rússia no país vizinho.
No relatório apresentam-se as declarações
contraditórias de Putin para explicar a forma de anexação da Crimeia. Em Março
de 2014, ele dizia à agência Bloomberg: «São forças de autodefesa
locais», acrescentando que o facto de esses «homens verdes» trajarem fardas
russas se devia ao seguinte: «Olhe para o espaço post-soviético. Está cheio
de uniformes semelhantes… no nosso país, vai a uma loja e compra qualquer
uniforme».
Porém, um ano depois, o mesmo Putin revelava numa
das suas «conversas com o povo»: «Não escondi que a nossa tarefa consistia em
criar condições para a expressão livre da vontade por parte dos habitantes da
Crimeia… Por isso, claro que, por detrás das forças de autodefesa da Crimeia,
estavam os nossos militares».
Nemtsov, baseando-se em fontes de informação
abertas, noutras confidenciais e em conversas com familiares de militares,
escreve que, no mínimo, 150 soldados russos morreram na batalha de Ilovaysk, em
Agosto de 2014, e cerca de 70 em Devaltsevo, no início de 2015.
Para que a Rússia não fosse acusada de ingerência
directa, os militares eram obrigados a pedir férias antes de serem enviados
para a frente dos combates. Os parentes dos 150 soldados mortos receberam uma
indemnização de 2 milhões de rublos (cerca de 34 mil euros) depois de assinarem
um documento onde garantiam guardar segredo sobre a causa da morte dos
soldados. Os dos restantes 70 nada receberam até agora.
Quanto aos custos da guerra para a Rússia, Serguei
Aleksachenko, antigo vice-presidente do Banco Central da Rússia e um dos
peritos que terminou o trabalho iniciado por Nemtsov, calculou que o país
gastou 53 mil milhões de rublos (pouco menos de mil milhões de euros) no apoio aos
separatistas pró-russos do Leste da Ucrânia em apenas dez meses; 80 mil
milhões de rublos (mais de mil milhões de euros) com os refugiados ucranianos
desde Julho de 2014 e 2 750 mil milhões de rublos (cerca de 40 mil milhões de
euros) na ajuda à Crimeia depois da anexação.
Escusado será dizer que as autoridades russas negam
a veracidade dos factos citados, mas não conseguiram ainda explicar porque é
que Boris Nemtsov foi abatido a tiro no centro de Moscovo.
terça-feira, 5 de maio de 2015
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